Falhas Estruturais.
Quando ouvimos a palavra ''superpulução'', a primeira ideia que nos vem à mente é o excesso populacional, principalmente em países subdesenvolvidos, que por sua vez, gera diversos problemas sociais, como o caos urbano - trânsitos quilométricos, pouco espaço para muitas pessoas, etc.
Entretanto, o problema até então justificado pelo enorme contingente demográfico, quando analisado por um diferente prisma, recai sobre as falhas estruturais provocadas pelo estado, em detrimento do bem estar público.
De fato, a falta de planejamento em grandes cidades do terceiro mundo, é refletida pelo enorme número de pessoas, uma vez que a má distribuição de renda, principal agravante social, seleciona um pequeno e privilegiado grupo de pessoas que terão acesso de qualidade a todo e qualquer tipo de instrução educacional.
Resta ao pobre, então, uma pequena renda mensal (quando esta existe), cuja finalidade limita-se a suprir as necessidades imediatas do mesmo, como por exemplo, a alimentação.
Assim, como consequência da marginalização das camadas mais baixas, está a falta de acesso a programas educacionais e instrutivos, no que diz respeito ao uso de contraceptivos, planejamentos familiares, e outros métodos de prevenção da gravidez.
Com isso, as classes mais pobres da sociedade continuam a reproduzirem-se de modo à aumentar cada vez mais os índices de natalidade dentro de um país.
Esta realidade só conseguirá mudar de direção quando houver, por parte dos governos, um amplo acesso à políticas de prevenção para toda a população; mas para isso, não basta apenas oferecer métodos contraceptivos. É preciso, também, uma reforma na infraestrutura pública, que ofereça saúde, empregos e principalmente educação de boa qualidade de forma igualitária para todos os cidadãos.
Dessa forma, a perspectiva de vida do indivíduo que antes vivia às margens da sociedade, poderá mudar, considerando que o acesso à bens públicos tornar-se-á de excelente qualidade e o entendimento e compreensão do seu papel enquanto cidadão também se modificará, obrigando-o a pensar e planejar por exemplo, a construção de uma família.
Entretanto, o problema até então justificado pelo enorme contingente demográfico, quando analisado por um diferente prisma, recai sobre as falhas estruturais provocadas pelo estado, em detrimento do bem estar público.
De fato, a falta de planejamento em grandes cidades do terceiro mundo, é refletida pelo enorme número de pessoas, uma vez que a má distribuição de renda, principal agravante social, seleciona um pequeno e privilegiado grupo de pessoas que terão acesso de qualidade a todo e qualquer tipo de instrução educacional.
Resta ao pobre, então, uma pequena renda mensal (quando esta existe), cuja finalidade limita-se a suprir as necessidades imediatas do mesmo, como por exemplo, a alimentação.
Assim, como consequência da marginalização das camadas mais baixas, está a falta de acesso a programas educacionais e instrutivos, no que diz respeito ao uso de contraceptivos, planejamentos familiares, e outros métodos de prevenção da gravidez.
Com isso, as classes mais pobres da sociedade continuam a reproduzirem-se de modo à aumentar cada vez mais os índices de natalidade dentro de um país.
Esta realidade só conseguirá mudar de direção quando houver, por parte dos governos, um amplo acesso à políticas de prevenção para toda a população; mas para isso, não basta apenas oferecer métodos contraceptivos. É preciso, também, uma reforma na infraestrutura pública, que ofereça saúde, empregos e principalmente educação de boa qualidade de forma igualitária para todos os cidadãos.
Dessa forma, a perspectiva de vida do indivíduo que antes vivia às margens da sociedade, poderá mudar, considerando que o acesso à bens públicos tornar-se-á de excelente qualidade e o entendimento e compreensão do seu papel enquanto cidadão também se modificará, obrigando-o a pensar e planejar por exemplo, a construção de uma família.
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