segunda-feira, 26 de abril de 2010
quanto às atualizações do blog, pretendo vir aqui esporadicamente; estou erradicando da minha rotina o verbo ter, do tipo: eu tenho que atualizar o blog. ok? :) um beijo!
domingo, 18 de abril de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
Título: O individualismo frente à solidariedade.
Porém, presenciamos um episódio recente em que a solidariedade, em âmbito internacional, foi convergida para um único ponto: a mobilização social em prol do suporte ao Haiti, cujo território, hoje devastado, foi atingido por um terremoto violento, deixando milhares de habitantes à mercê de condições sub-humanas de vida.
O fato é que, a suposta ajuda fornecida por diferentes países do globo apresentam interesses para além do simples ato voluntário. Disseminações de hegemonias através de suporte militar e político, e a prática de ações humanitárias estratégicas para mostrar serviço aos olhos de grandes instituições mundiais, como a ONU, são colocadas em aberto.
O Brasil, atento aos acontecimentos e ávido por colaborar com a restauração do Haiti, manifestou uma rapidez ímpar ao agir rapidamente e mandar tropas militares ao país destruído. O curioso é que o mesmo está lutando por uma cadeira permanente no conselho de segurança nacional das nações unidas.
Contudo, o sensacionalismo imposto por grandes veículos de comunicação tendem a esquecer a tragédia que assolou o país haitiano em poucos dias, e com isso, voltam os seus olhares à tantas outras atrocidades que envolvem todo o globo.
E, junto com este esquecimento, fica para trás, também, a tão enaltecida solidariedade mundial, que se fez presente em todos os momentos nos primeiros dias da catástrofe. Seria hipócrita, então, todo este envolvimento internacional no que diz respeito à não só o caso haitiano, como tantos outros que assolam o mundo?
De fato, o cultivo e prosperidade da instituição solidariedade não se mostra eficaz nos dias de hoje; a razão desta fatídica hipocrisia é o atual progresso econômico da sociedade: o ato de ajudar o próximo ficou para trás e em seu lugar encontra-se a ganância do famoso ‘buscar um lugar ao sol’. O egocentrismo pessoal é tão grande que blindou o sentimento nativo do ser humano de coletividade, de ajudar e compartilhar.
domingo, 4 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
olhar para o passado nem sempre é visto com bons olhos; aqui, vale a máxima ''quem vive de passado é museu.'' mas, tenho minhas dúvidas em relação a isso. de fato, quando olhamos para trás, nos deparamos com N acontecimentos ao longo das nossas vidas.. uns tem N vezes mais coisas à se lembrar; outros, como eu, devido a pouca idade, tem um pouco menos; mas ainda sim esse 'menos' torna-se gigante aos meus olhos. olhar pra trás, sobretudo, é reviver lembranças: memórias de dias felizes, como abraços e beijos recebidos de pessoas queridas; memórias de viagens inesquecíveis, com pessoas insubstituíveis. mas como tudo nessa vida, o lado negativo sempre se faz presente. e é aí que lembranças de dias tristes e vazios aparecem: as brigas com seus melhores amigos, a perda de um ente querido, o abraço que deveria ter sido dado, o beijo que ficou preso ao orgulho ferido.. entretanto, tais memórias nos fazem lembrar que estamos vivos e que vivemos desde que nascemos; e que apesar dos dias obscurtos e turbulentos, sempre esteve ali, a luz do sol que iluminou os nossos caminhos, antes inabitáveis. o tempo perde-se meio ao dia-a-dia. o agora já não é mais presente, é passado. e as minhas próximas palavras, antes futuras, serão pretéritas em milésimos de segundos. as horas passam, e com elas, dias e meses se desfazem em nossos olhos.. portanto, nós também vamos junto com elas, pois afinal, o tempo é constituído de elementos chamados momentos; momentos que são construídos por atitudes e decisões unicamente humanas. hoje, tenho 17 anos.. amanhã, por mais que não seja o dia do meu aniversário, não terei mais a mesma idade; aliás, jamais voltarei a tê-la, pelo menos não nesse universo-mundo. e a explicação para tal fato é que as experiências acumuladas ao longos dos anos nos faz diferentes a cada segundo. aquela postura tomada ontem, não será, definitivamente, a de amanhã. crescemos psicologicamente, moralmente, internamente; e esse desenvolvimento não é perceptível aos olhos do mundo: ele se faz presente única e exclusivamente em nós, em nossa alma, em nossa retina. por isso, a única pessoa capaz de nos entender, de nos julgar ou até mesmo de nos elogiar será nós mesmos.. afinal, ninguém, ninguém jamais saberá o que se passa dentro de nós, dentro dos nossos instintos e personalidades.