segunda-feira, 26 de abril de 2010

humildade. hoje, excepcionalemente, depois de um resultado de um simulado, venho falar sobre humildade. fico admirado com atitudes que venho presenciado nos últimos dias.. creio eu que, a partir do momento em que você comete um erro, você deve usá-lo para aprender alguma coisa, certo? é isso que eu chamo de maturidade: experiências de vida convergidas para um crescimento psicológico. o problema é que existem pessoas que não enxergam ou simplesmente fingem não enxergar seus próprios erros. são as típicas i'm so fuckin' good. e cara, na moral, eu simplesmente odeio esse tipo de comportamento. acho que a partir do momento em que você se propõe a ser 'bom', você deve arcar com as consequências das suas afirmações, certo? e isso inclui ser bom em tudo, inclusive em coisas além do normal; afinal, o título de 'fuckin' good' partiu de você, certo? anyways, são afirmações vagas, eu sei, mas me limito a dizer somente isso.
quanto às atualizações do blog, pretendo vir aqui esporadicamente; estou erradicando da minha rotina o verbo ter, do tipo: eu tenho que atualizar o blog. ok? :) um beijo!

domingo, 18 de abril de 2010

sundays. sabe qual o problema de ter um blog? é a necessidade de querer sempre postar alguma coisa. e essa 'pressão' faz com que as idéias desapareçam. acontece todo o tempo comigo! incrível. acho que vou começar a anotar coisas interessantes durante a semana, e só re-escrevê-las aos fins de semana. anyways.. feriadinho chegando, e com certeza será muito bem-vindo. até lá, fico por aqui, com estas poucas palavras. :)

domingo, 11 de abril de 2010

abrilzite. a primeira crise do ano chegou durante essa semana; mais precisamente, depois de uma aula de redação. durante a aula, percebi coisas que não estavam devidamente pavimentadas nas bases do meu conhecimento. escrever é um ato extremamente complicado! digo isso porque ao escrever, temos a árdua tarefa de passar aos nossos leitores, opiniões e sentimentos que são único e exclusivamente nossos. e, muitas vezes, é difícil expressar aquilo que realmente estamos pensando, ou da maneira correta em que queremos. digo isso pois particularmente tenho minhas limitações ao escrever. mas enfim.. dias e acontecimentos como esse são bons para pararmos e refletirmos. coisas que não foram bem feitas no passado, tendem a refletir em algum dia do futuro, é sempre assim. portanto, devemos usar destas falhas-presentes como estímulo à melhoria, seja ela qual for. aproveitando o tema 'escrever', deixo aqui a minha última redação, a respeito da solidariedade na atualidade.

Título: O individualismo frente à solidariedade.

Vivemos na era do individualismo, regida e institucionalizada por ações que refletem apenas o egoísmo humano do querer, do poder e do ter. Atitudes que saem da esfera egocêntrica e que tangem a do coletivismo solidário, são raras e imprevisíveis.

Porém, presenciamos um episódio recente em que a solidariedade, em âmbito internacional, foi convergida para um único ponto: a mobilização social em prol do suporte ao Haiti, cujo território, hoje devastado, foi atingido por um terremoto violento, deixando milhares de habitantes à mercê de condições sub-humanas de vida.

O fato é que, a suposta ajuda fornecida por diferentes países do globo apresentam interesses para além do simples ato voluntário. Disseminações de hegemonias através de suporte militar e político, e a prática de ações humanitárias estratégicas para mostrar serviço aos olhos de grandes instituições mundiais, como a ONU, são colocadas em aberto.

O Brasil, atento aos acontecimentos e ávido por colaborar com a restauração do Haiti, manifestou uma rapidez ímpar ao agir rapidamente e mandar tropas militares ao país destruído. O curioso é que o mesmo está lutando por uma cadeira permanente no conselho de segurança nacional das nações unidas.

Contudo, o sensacionalismo imposto por grandes veículos de comunicação tendem a esquecer a tragédia que assolou o país haitiano em poucos dias, e com isso, voltam os seus olhares à tantas outras atrocidades que envolvem todo o globo.

E, junto com este esquecimento, fica para trás, também, a tão enaltecida solidariedade mundial, que se fez presente em todos os momentos nos primeiros dias da catástrofe. Seria hipócrita, então, todo este envolvimento internacional no que diz respeito à não só o caso haitiano, como tantos outros que assolam o mundo?

De fato, o cultivo e prosperidade da instituição solidariedade não se mostra eficaz nos dias de hoje; a razão desta fatídica hipocrisia é o atual progresso econômico da sociedade: o ato de ajudar o próximo ficou para trás e em seu lugar encontra-se a ganância do famoso ‘buscar um lugar ao sol’. O egocentrismo pessoal é tão grande que blindou o sentimento nativo do ser humano de coletividade, de ajudar e compartilhar.

domingo, 4 de abril de 2010

sundays. domingos são curiosos: servem de berço pra nostalgia, tédio, diversão, amigos, gordices, bebedeiras, abraços, beijos, mais nostalgia e mais tédio, sono (muito sono!), preguiça, crises existênciais, e mais uma avalanche de sentimentos que não me vêm à memória no momento. além disso, domingos também são feitos para nos lembrar que a semana está começando.. na segunda, o colégio, o cursinho, o trabalho, os afazeres, responsabilidades e muitas outras coisas iniciam uma nova jornada. domingos são, enfim, trampolins para um novo dia, uma nova semana, um novo começo.

sábado, 3 de abril de 2010

change-time. faz tempo que não escrevo aqui.. a última vez foi há duas semanas, e, sinceramente, parace que foi ontem. e é sobre justamente isso, o tempo, que venho dissertar.
olhar para o passado nem sempre é visto com bons olhos; aqui, vale a máxima ''quem vive de passado é museu.'' mas, tenho minhas dúvidas em relação a isso. de fato, quando olhamos para trás, nos deparamos com N acontecimentos ao longo das nossas vidas.. uns tem N vezes mais coisas à se lembrar; outros, como eu, devido a pouca idade, tem um pouco menos; mas ainda sim esse 'menos' torna-se gigante aos meus olhos. olhar pra trás, sobretudo, é reviver lembranças: memórias de dias felizes, como abraços e beijos recebidos de pessoas queridas; memórias de viagens inesquecíveis, com pessoas insubstituíveis. mas como tudo nessa vida, o lado negativo sempre se faz presente. e é aí que lembranças de dias tristes e vazios aparecem: as brigas com seus melhores amigos, a perda de um ente querido, o abraço que deveria ter sido dado, o beijo que ficou preso ao orgulho ferido.. entretanto, tais memórias nos fazem lembrar que estamos vivos e que vivemos desde que nascemos; e que apesar dos dias obscurtos e turbulentos, sempre esteve ali, a luz do sol que iluminou os nossos caminhos, antes inabitáveis. o tempo perde-se meio ao dia-a-dia. o agora já não é mais presente, é passado. e as minhas próximas palavras, antes futuras, serão pretéritas em milésimos de segundos. as horas passam, e com elas, dias e meses se desfazem em nossos olhos.. portanto, nós também vamos junto com elas, pois afinal, o tempo é constituído de elementos chamados momentos; momentos que são construídos por atitudes e decisões unicamente humanas. hoje, tenho 17 anos.. amanhã, por mais que não seja o dia do meu aniversário, não terei mais a mesma idade; aliás, jamais voltarei a tê-la, pelo menos não nesse universo-mundo. e a explicação para tal fato é que as experiências acumuladas ao longos dos anos nos faz diferentes a cada segundo. aquela postura tomada ontem, não será, definitivamente, a de amanhã. crescemos psicologicamente, moralmente, internamente; e esse desenvolvimento não é perceptível aos olhos do mundo: ele se faz presente única e exclusivamente em nós, em nossa alma, em nossa retina. por isso, a única pessoa capaz de nos entender, de nos julgar ou até mesmo de nos elogiar será nós mesmos.. afinal, ninguém, ninguém jamais saberá o que se passa dentro de nós, dentro dos nossos instintos e personalidades.
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''(re)invente-se a cada dia; mude, critique-se, seja honesto consigo mesmo: seja você! não deixe que uma falsa moral-social deturpe o que há de mais belo e verdadeiro dentro de você: os seus sonhos, suas idealizações de vida, as suas verdades. essas, de fato, são as únicas coisas que pertencerão a você pelo resto dos seus dias..''