domingo, 1 de agosto de 2010
sobre o primeiro semestre? hm, acho que não tenho muito a dizer sobre ele. talvez algumas coisas deveriam ter sido feitas, talvez não. acho que foram a partir destes 'talvezes' que consegui traçar uma linha a seguir durante o segundo semestre. como diz o nome do blog, change time, o tempo passou, as coisas mudaram, e continuam mudando aos poucos. na verdade, o tempo voou, e com ele esvaíram-se pedaços de desentendimentos, tristezas e até algumas frustrações. chego pra essa nova fase do ano com outros olhares, com novos objetivos, com novas concepções. e eu gosto disso. mudar é bom, faz bem, e há quem diga que é a 'lei da vida'.
talvez eu suma de vez daqui, e volte a postar depois de um bom tempo, talvez não. tudo depende do andar das coisas durante esses novos dias que virão..
por aqui, deixo as palavras determinação, disciplina e força de vontade, as quais me acompanharão durante os próximos meses.
domingo, 20 de junho de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
mas enfim, eu sei que os posts ultimamente não tem muito nexo à quem os lê, mas eu gosto desse jeito. como já havia dito alguma vez, estou erradicando de vez o verbo ter do meu universo particular. é isso!
domingo, 2 de maio de 2010
atitudes revelam mais que quaisquer palavras, e hoje tenho a garantia disso. idéias, boas idéias, jogadas fora por comportamentos que simplesmente não condizem.. portanto, são só idéias e nada mais.
convicção, segurança, prioridades: três elementos que todos deveriam buscar. eles constituem grande parte de quem você é. se não os tem, que pena, não se destacará em lugar algum.. o digo por experiência própria.
palavras que jorram dos meus dedos, talvez sem significado algum para quem as lê. para mim, há ainda muito o que dizer e o que pensar.. mas isso fica para depois!
segunda-feira, 26 de abril de 2010
quanto às atualizações do blog, pretendo vir aqui esporadicamente; estou erradicando da minha rotina o verbo ter, do tipo: eu tenho que atualizar o blog. ok? :) um beijo!
domingo, 18 de abril de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
Título: O individualismo frente à solidariedade.
Porém, presenciamos um episódio recente em que a solidariedade, em âmbito internacional, foi convergida para um único ponto: a mobilização social em prol do suporte ao Haiti, cujo território, hoje devastado, foi atingido por um terremoto violento, deixando milhares de habitantes à mercê de condições sub-humanas de vida.
O fato é que, a suposta ajuda fornecida por diferentes países do globo apresentam interesses para além do simples ato voluntário. Disseminações de hegemonias através de suporte militar e político, e a prática de ações humanitárias estratégicas para mostrar serviço aos olhos de grandes instituições mundiais, como a ONU, são colocadas em aberto.
O Brasil, atento aos acontecimentos e ávido por colaborar com a restauração do Haiti, manifestou uma rapidez ímpar ao agir rapidamente e mandar tropas militares ao país destruído. O curioso é que o mesmo está lutando por uma cadeira permanente no conselho de segurança nacional das nações unidas.
Contudo, o sensacionalismo imposto por grandes veículos de comunicação tendem a esquecer a tragédia que assolou o país haitiano em poucos dias, e com isso, voltam os seus olhares à tantas outras atrocidades que envolvem todo o globo.
E, junto com este esquecimento, fica para trás, também, a tão enaltecida solidariedade mundial, que se fez presente em todos os momentos nos primeiros dias da catástrofe. Seria hipócrita, então, todo este envolvimento internacional no que diz respeito à não só o caso haitiano, como tantos outros que assolam o mundo?
De fato, o cultivo e prosperidade da instituição solidariedade não se mostra eficaz nos dias de hoje; a razão desta fatídica hipocrisia é o atual progresso econômico da sociedade: o ato de ajudar o próximo ficou para trás e em seu lugar encontra-se a ganância do famoso ‘buscar um lugar ao sol’. O egocentrismo pessoal é tão grande que blindou o sentimento nativo do ser humano de coletividade, de ajudar e compartilhar.
domingo, 4 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
olhar para o passado nem sempre é visto com bons olhos; aqui, vale a máxima ''quem vive de passado é museu.'' mas, tenho minhas dúvidas em relação a isso. de fato, quando olhamos para trás, nos deparamos com N acontecimentos ao longo das nossas vidas.. uns tem N vezes mais coisas à se lembrar; outros, como eu, devido a pouca idade, tem um pouco menos; mas ainda sim esse 'menos' torna-se gigante aos meus olhos. olhar pra trás, sobretudo, é reviver lembranças: memórias de dias felizes, como abraços e beijos recebidos de pessoas queridas; memórias de viagens inesquecíveis, com pessoas insubstituíveis. mas como tudo nessa vida, o lado negativo sempre se faz presente. e é aí que lembranças de dias tristes e vazios aparecem: as brigas com seus melhores amigos, a perda de um ente querido, o abraço que deveria ter sido dado, o beijo que ficou preso ao orgulho ferido.. entretanto, tais memórias nos fazem lembrar que estamos vivos e que vivemos desde que nascemos; e que apesar dos dias obscurtos e turbulentos, sempre esteve ali, a luz do sol que iluminou os nossos caminhos, antes inabitáveis. o tempo perde-se meio ao dia-a-dia. o agora já não é mais presente, é passado. e as minhas próximas palavras, antes futuras, serão pretéritas em milésimos de segundos. as horas passam, e com elas, dias e meses se desfazem em nossos olhos.. portanto, nós também vamos junto com elas, pois afinal, o tempo é constituído de elementos chamados momentos; momentos que são construídos por atitudes e decisões unicamente humanas. hoje, tenho 17 anos.. amanhã, por mais que não seja o dia do meu aniversário, não terei mais a mesma idade; aliás, jamais voltarei a tê-la, pelo menos não nesse universo-mundo. e a explicação para tal fato é que as experiências acumuladas ao longos dos anos nos faz diferentes a cada segundo. aquela postura tomada ontem, não será, definitivamente, a de amanhã. crescemos psicologicamente, moralmente, internamente; e esse desenvolvimento não é perceptível aos olhos do mundo: ele se faz presente única e exclusivamente em nós, em nossa alma, em nossa retina. por isso, a única pessoa capaz de nos entender, de nos julgar ou até mesmo de nos elogiar será nós mesmos.. afinal, ninguém, ninguém jamais saberá o que se passa dentro de nós, dentro dos nossos instintos e personalidades.
domingo, 21 de março de 2010
#superpopulação: problema ou solução?
Entretanto, o problema até então justificado pelo enorme contingente demográfico, quando analisado por um diferente prisma, recai sobre as falhas estruturais provocadas pelo estado, em detrimento do bem estar público.
De fato, a falta de planejamento em grandes cidades do terceiro mundo, é refletida pelo enorme número de pessoas, uma vez que a má distribuição de renda, principal agravante social, seleciona um pequeno e privilegiado grupo de pessoas que terão acesso de qualidade a todo e qualquer tipo de instrução educacional.
Resta ao pobre, então, uma pequena renda mensal (quando esta existe), cuja finalidade limita-se a suprir as necessidades imediatas do mesmo, como por exemplo, a alimentação.
Assim, como consequência da marginalização das camadas mais baixas, está a falta de acesso a programas educacionais e instrutivos, no que diz respeito ao uso de contraceptivos, planejamentos familiares, e outros métodos de prevenção da gravidez.
Com isso, as classes mais pobres da sociedade continuam a reproduzirem-se de modo à aumentar cada vez mais os índices de natalidade dentro de um país.
Esta realidade só conseguirá mudar de direção quando houver, por parte dos governos, um amplo acesso à políticas de prevenção para toda a população; mas para isso, não basta apenas oferecer métodos contraceptivos. É preciso, também, uma reforma na infraestrutura pública, que ofereça saúde, empregos e principalmente educação de boa qualidade de forma igualitária para todos os cidadãos.
Dessa forma, a perspectiva de vida do indivíduo que antes vivia às margens da sociedade, poderá mudar, considerando que o acesso à bens públicos tornar-se-á de excelente qualidade e o entendimento e compreensão do seu papel enquanto cidadão também se modificará, obrigando-o a pensar e planejar por exemplo, a construção de uma família.
quinta-feira, 18 de março de 2010
pessoas às gargalhadas.. rindo da vida,
rindo do bom dia de trabalho, ou até mesmo de uma promoção recebida;
rindo da vida alheia, rindo pra esquecer da sua existência, pelo menos por um instante.
vejo também pessoas caladas, imersas em seus mundos-particulares..
no rosto e na expressão trazem um ar melancólico, nostálgico..
não vêem nada à sua volta, estão totalmente mergulhadas na imensidão dos seus pensamentos..
e lá, em seus infinitos privados, a imaginação voa com as asas de um passarinho..
queria eu poder compreender e penetrar em cada ideia pensada, pois em seus rostos, o mistério se faz presente..
e por fim, vejo a mim.. e em meio a tudo isso, encontro-me no banco de trás, a observar cada gesto e cada detalhe perceptível; ao olhar pela janela, vejo a imensidão do universo, e tento imaginar que em algum lugar os pensamentos e desejos das minhas 'visões' estão voando pelo infinito.
mas ao olhar com mais precisão, me vejo também, junto ao céu, junto às nuvens, junto à imensidão de tudo que possa existir.. e isso só é possível, graças aos meus próprios pensamentos, que assim como todos os outros, voam perdidos em busca de uma direção..
sábado, 13 de março de 2010
domingo, 7 de março de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
mas lembrem-se: uma dormidinha de no máximo 50 minutinhos. hahahahaah :)
sábado, 27 de fevereiro de 2010
monotonia. o que mais me deixa incomodado no meu dia-a-dia, é a monotonia. esses meses em que eu fiquei de férias, e ainda continuo, já estão na hora de acabar. cheguei a conclusão de que eu realmente preciso de alguma coisa pra ocupar a minha cabeça; mesmo que essa ‘coisa’ seja voltar a estudar. seria um tanto insano da minha parte pensar assim, afinal, física-química-matemática realmente não são as coisas que eu mais gosto de fazer.. mas a questão é:ficar parado, sem fazer nada, também não ajuda muito. o problema de morar em cidade pequena é que as opções de diversão são extremamente restritas, quase nulas, diga-se de passagem. e aí, se você quer sair pra outra cidade em busca de algo mais funny, rola a dependência de pais pra levar e buscar.. porque é óbvio que não existem transportes públicos ou táxis a altas horas da noite pra fazer o ‘intercâmbio’ de cidades; e esse se torna outro problema. então, já que sair pra outros lugares não é uma opção, resta apenas ficar em casa, sem nada de muito interessante a fazer.. e isso, consequentemente, leva-nos ao tédio e mais: a síndrome da improdutividade. os seriados que você assiste já não te satisfazem completamente, tão pouco ficar na internet, considerando que nunca há nada pra se fazer. é quando você começa a andar pela casa, sem nenhum motivo aparente, só pra passar o tempo.. ou então, fica horas e horas na frente do computador, morgando. de fato, olhando pra tudo isso que eu escrevi, é melhor mesmo começarem as aulas; assim, coisas pra fazer jamais faltarão, mesmo que estas não sejam tão agradáveis como sair com amigos pra baladas ou coisas do tipo.. e a minha teroria da síndrome da improdutividade fica provada com o meu próprio texto. afinal, o que leva um ser humano a escrever tanta abobrinha em tão poucas linhas? eu respondo: a falta do que fazer. hahahaaahahahahhahh (:
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
p.s.: sabe aquela frase ali? a que eu comecei o post? pois então. let me explain it: ontem estava eu, for change, morgando aqui no pc. então, começa a tocar 'broken strings, do James Morrison ft Nelly Furtado' e pô, a música disse muita coisa por mim. colocarei aqui um pedaço dela, que inclusive faz parte do meu profile no orkut.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
luísfernandoveríssimo: navegando (fuçando) em orkuts alheios, encontro um texto maravilhoso de Luíz F. Veríssimo. já havia lido algumas partes do texto, mas nunca o tinha lido por inteiro. o mesmo faz referência às atitutes ou a falta delas no decorrer da nossa vida. vivemos fantasiando idealizações, sonhando sonhos, decorando projetos futuros e acabamos por nos esquecer do presente, do momento em que estamos vivendo e que de fato poderíamos mudar. e esse fragmento me fez pensar sobre o ano que passou.. foi exatamente o que aconteceu comigo. a ânsia de morar fora, poder curtir a vida como se cada dia fosse o último, passar na tão desejada faculdade e poder gritar pro mundo ouvir: 'L-I-B-E-R-D-A-D-E-!' fez-me esquecer de planejar e vivenciar o presente. engraçado como tudo torna-se irônico e com um toque sarcástico.. foi necessário uma reprovação e tristezas pra perceber que a vida deve ser vivida agora, não amanhã! "Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu." diz o texto. e, penso eu, que ele por si só explica a minha divagação.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
-acredito em constantes mudanças. não só mudanças físicas, mas principalmente psicológicas. creio eu que a cada novo segundo, ocorre algum tipo de transformação em nós.. talvez esta não seja perceptível aos olhos, mas o será com o decorrer do tempo. de fato, estas mudanças só serão notáveis aos que se permitem a isso.. e eu, por me considerar um grande observador e crítico de 'mim mesmo', consigo notá-las dia-a-dia.
change-time[2]: e qual seria o motivo da criação deste blog? bom.. confesso que quero criar um há muito tempo, mas o ânimo para fazê-lo é raro. então, lendo alguns blogs por aí, muito bons por sinal, decidi criar coragem e here I am. :) pretendo escrever sobre um pouco de tudo aqui.. vestibulares (sim, eu sou um vestibulando), textos e opniões sobre assuntos variados. tentarei, na medida do possível, atualizá-lo frequêntemente.
change-time[3]: o layout ainda é provisório.. não entendo bulufas de html e tão pouco saberia como criar alguma coisa. haha então, até eu encontrar alguma alma caridosa para criar um pra mim, vou deixar assim como está! bom, acho que é isso por enquanto.. beijos!
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texto escrito em 16/set/2008 - DaniloTeixeira.